Eu! Agora! Já! Sempre!
Cansei de estar no mesmo sítio, às voltas sobre o mesmo assunto, gasto de desinteresse.
Seguir, sempre, deixar-me ir, ver onde me levo. Quem sabe a que lugar maravilhoso eu chego nas minhas deambulações?
Ou um pouco do que vamos fazendo e vendo por cá. "Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas Da força da grana que ergue e destrói coisas belas Da feia fumaça que sobe, apagando as estrelas Eu vejo surgir teus poetas de campos, espaços Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva."
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